Um ”corpo electrizante” na noite dançante dos White Haus no Porto | Reportagem

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Quem
é White Haus? Numa entrevista João Vieira conta que este seu projeto começou
pela aprendizagem autodidata de tocar baixo por cima dos discos house.

‘Body Electric’ é o nome do novo álbum e terceiro de White Haus. Após ter efetuado a estreia na cidade de Aveiro foi a
vez do Porto (cidade natal) no passado sábado 22 de fevereiro.

João Vieira fez-se acompanhar em palco por André Simão: baixo, guitarra, percussão e sintetizadores; Graciela Coelho: voz e sintetizadores; Nelson Silva: sintetizadores e Gil
Costa
na bateria. Foi com estes elementos que João Vieira se apresentou no
Auditório CCOP, local nosso bem conhecido

no Porto, um espaço que tem recebido nomes de
relevo do panorama musical nacional.

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Banda completa de White Haus ao vivo [Mais fotos aqui]

Prova
da boa aceitação deste projeto, está a boa posição que se tem posicionado o
mais recente single no Top da Antena 3, “Bodies”,
nas últimas semanas; e “My Lips Are
Sealed
” foi escolha para a lista das melhores do ano 2019 da mesma rádio
nacional.

Voltando
ao concerto…

Fomos
algo surpreendidos na chegada com a sala encurtada. Não menos surpreendidos
ficamos com a escassez de público. Apesar de bem preenchida, estávamos à espera
de mais público. Talvez por isso o concerto tenha atrasado meia hora. O grupo
entrou em palco às 22:30h.

O
concerto que teve um alinhamento de 13 músicas, interpretadas durante pouco
mais de uma hora. Começou com “Tell
Nobody”
onde foi transmitido na tela via projetor o visualzer desta música. Esse e todos eles, diga-se, concebidos pelo
João Vieira
e pelo André Tentugal. Coube ao single “Bodies” ser a última das cinco
primeiras músicas que fizeram a apresentação de ‘Body Electric’.

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João Vieira como White Haus [Mais fotos aqui]

Houve
então um salto ao álbum de 2016 ‘Modern
Dancing’
com uma dupla passagem. As escolhas foram para “This is Heaven” e “Greatest Hits”. Tal como fez parte da setlist o seu EP de 2013 com
a “How I Feel”.

O
público era de faixa etária bastante alargada. Não questionamos idades, mas
pouco estaremos errados se dizermos que ia dos 18 aos 81.  João
Vieira
sempre se mostrou bem-humorado e bastante enérgico. Falou sobre a
construção demorada do disco, não esquecendo a apresentação da banda, que em
tom de brincadeira, disse que as escolhas dos músicos haviam sido por razões
distintas: ora pela qualidade, ora pela beleza, ora pela barba, ora pela
simpatia.

A responsável
pelo encore ficou a cargo do álbum de estreia ‘The White Haus Album’ com “Far
from everything”.

Foi uma noite dançante, mais um passo firme que o Auditório
CCOP
nos tem proporcionado. A tour de White
Haus
segue para a cidade de Leiria.

Vejam toda a foto-reportagem pelo Jorge Nicolau: clicar aqui

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Fotografia: Jorge Nicolau
Texto: Márcio Ribeiro

Edgar Silva

Administrador de página e de conteúdos do HeadLiner

Adoro ouvir música. Ir a concertos é mesmo onde me sinto no meu elemento, é como um peixe na água. No headLiner junto ambos os gostos adicionando o gosto pela escrita: com artigos sobre música (bandas e eventos) e também umas coisitas acerca de alguns dos concertos a que assisto.

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