Distorção ao Máximo à Portuguesa, Com Certeza | Foto-Reportagem

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Os The Black Wizards andavam ainda bem longe da vida quando Led Zeppelin, Jimi Hendrix ou Janis Joplin rodavam nas grafonolas de meio mundo. Podiam ser mais uns filhos da geração digital; contudo, parecem ter sido transportados por uma máquina do tempo. Joana Brito (voz e guitarra), Paulo Ferreira (guitarra), João Mendes (baixo) e João Lugatte (bateria) expressam-se através de grooves psicadélicos com uma certa dose de fuzz. 

Em 2015, a edição de ‘Lake Of Fire’ projectou a banda para um estatuto consideravelmente mais elevado. O lançamento desse primeiro longa-duração confirmava o potencial já demonstrado no EP ‘Fuzzadelic’. Seguira-se concertos no estrangeiro e presenças em festivais relevantes e chega ‘What The Fuzz’, o segundo longa duração da banda. 

A avalanche de peso desvanece em melodias mais rebuscadas e mais experimentalismo. Este disco levou a banda a palcos maiores e a ainda mais concertos no estrangeiro. O terceiro disco “Reflections” saiu a 23 de Agosto e foi apresentado no passado dia 19 de Dezembro, na sala 2 do Hard Club, Porto. 

Para abrir a hostilidades estive a banda de Vizela, com uma veia vianense, Jesus The Snake. A banda composta por Jorge Lopes (guitarra), Rui Silva (baixo), João Costa (bateria), e o tal miúdo de Viana do Castelo Gonçalo Palmas (teclas), veio apresentar o seu super álbum ‘Black Acid, Pink Rain’.

Vejam toda a foto-reportagem pelo Diogo Meira: clicar aqui

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Edgar Silva

Administrador de página e de conteúdos do HeadLiner

Adoro ouvir música. Ir a concertos é mesmo onde me sinto no meu elemento, é como um peixe na água. No headLiner junto ambos os gostos adicionando o gosto pela escrita: com artigos sobre música (bandas e eventos) e também umas coisitas acerca de alguns dos concertos a que assisto.

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