
Faz hoje duas semanas que o festival Walk & Dance terminou, e nós trazemos-vos agora tudo o que se passou por lá.
O festival de Freamunde arrancou no dia 13 de Abril, vésperas de fim de semana de Páscoa, no entanto não afastou o publico desta 3ª edição que contou com mais bandas e mais espaços.
O primeiro dia aconteceu no Palco Fibramunde, fazendo lembrar um backyard de uma casa, o palco era um lindíssimo coreto onde acolheu os vimaranenses Paraguaii que estrearam o seu novo álbum ‘Dream About The Things You Never Do’ em terras nortenhas e ainda os You Can’t Win Charlie Brown.
https://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=261948265
O segundo dia já se estendeu por mais palcos pelo centro da freguesia de Freamunde.
No Palco Iberium Cafés, num pequeno auditório sem cadeiras e muito acolhedor, subiram os Japanese Girl, os lisboetas Ganso que apresentaram pela primeira vez no norte do país o seu novo álbum ‘Pá Pá Pá’ e ainda o rock n’ roll dos Keep Razor Sharp.
A noite ainda tinha começado, e foi o garage rock dos Fugly que fez mais estragos com Pedro Jimmy Feio a dar tudo e a fazer o que mais queria, surfar em pleno Espaço A. A noite terminou com os discos de A Boy Named Sue que não deixou ninguém indiferente com os seus melhores vinis a rodar.
https://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=261948265
O último dia do festival começou com o Palco Rua, palco onde a linda voz de Surma se fez ouvir numa plena sintonia com os seus sintetizadores espaciais.
Já com o sol bem em baixo, a noite começou com a prata da casa, os Ocaso que abriram aquele que provavelmente foi o melhor concerto do festival, os Savanna e as suas malhas bem dançáveis que não deixaram ninguém de pé no chão.
Para fechar o Palco Iberium Cafés , os leirienses First Breath After Coma levaram-nos para outra dimensão com o seu post-rock e vozes profundas, proporcionando a todos os festivaleiros presentes momentos de amor e introspeção como já nos tem habituado.
A noite acabou mais uma vez no Espaço A com um dos concertos que nos fez desejar por mais, a eletrónica eletrizante e baixos bem definidos dos Whales por vezes a fazer lembrar os anos primórdios de Foals.
