Ezequiel: ‘Homem: oriente’ ao vivo no Café Avenida

Ezequiel no Café Avenida | Mais fotos clicar aqui

Na passada noite de sábado, 30 de novembro, voltamos a Fafe e ao Café Avenida em mais uma noite muito chuvosa.

Desta vez para ouvir sonoridades diferentes das conhecidas noites da Malfeito. Nota disso foram as famílias que se deslocaram à sala (que esta noite teve direito a aquecimento), com filhos, pais e avós. Ezequiel, cantautor fafense, levou ao Café Avenida a apresentação do seu EP, intitulado ‘Homem: oriente’. Com algumas alterações ao espaço (onde foram incluídas três filas de cadeiras e almofadas espalhadas pelo chão) Ezequiel começou e terminou com as mesmas músicas que inicia e termina o seu trabalho de estreia.

Com viola e guitarra, teclado e computador (onde já tinha alguns sons da banda gravados em estúdio) em cima palco, duas bonitas lâmpadas à frente e atrás iluminavam o palco. Foi neste cenário, meio angelical, que entrou na sala, onde tradicionalmente se protagonizam os habituais “moches”. A jogar em casa, Ezequiel entrou em palco sensivelmente pelas 23:15 horas com admiradores e amigos. Esta apresentação terminou já depois da meia-noite.

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Com uma entrada algo tímida em palco; não se fez de rogado e começou com a guitarra
elétrica, com a mesma música que abre o EP: “Outra forma de nós”. No fim da música, agradeceu a presença dos “muitos amigos”. Seguiu com mais duas do seu trabalho. Não só da apresentação deste trabalho se fez a noite, o artista aproveitou para tocar quatro novas
canções.

Pelo meio destas, brincou com o facto de o Café Avenida receber um estilo diferente do habitual, referindo que após esta noite tornar-se-ia no espaço mais eclético de Fafe.

Intitulada “Não há espaço para nós” Ezequiel desafia o público a acompanhá-lo no refrão, numa altura em que a chuva caia de forma torrencial. Volta a pegar na guitarra elétrica, justificando que o terá de fazer para ofuscar o barulho da chuva: cantou e encantou com “Auge da complicação”. Para depois tocar apenas ao piano uma música dedicada aos ambientalistas e não ambientalistas.

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Sempre comunicativo e algo brincalhão, pede um fino ao barmen aproveitando este para
brindar aos presentes. Foi desta forma que seguiu para as últimas duas músicas
– que fazem parte deste seu EP.

“Viver para lá do nosso amor” foi a música usada para chamar novamente o público a
cantarolar o verso que dá nome à música ao som da viola.

Após os derradeiros agradecimentos, finda o espetáculo com “Espera por mim” – música que também fecha o EP.

Para terminar esta bonita noite (entre paredes) houve DJ Set com a curadoria de ‘Que Amor é Este’ pelo mentor do projeto Mikael Gonçalves.

Vejam toda a foto-reportagem pelo Jorge Nicolau: clicar aqui

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Texto:
Márcio Ribeiro

Fotografia:
Jorge Nicolau

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