Afonso Dorido: Guitarra, Voz, Percussão, Sintetizador e
Ukelele
Filipe Miranda: Percussão, Voz, Guitarra e Bateria
Álvaro Ramos: Percussão e Sintetizador
Pedro Sousa: Lapsteel
Diogo Alves Pinto: Voz

Este é o conjunto que corealizou o novo disco (composto por 17 faixas!) de
Homem na Catarse.
“Aqui também é Portugal!” mensagem epicêntrica do disco com ilustração de Joel
Faria com metade face do artista, metade face do interior de Portugal, este One
Man Band traduz ao seu jeito a importância cultural que estes locais menos
povoados também tem uma essência mística.
“E se o interior do país e a ruralidade contiverem não apenas passado, mas
também futuro?” palavras deixadas como um fio de esperança para a construção de
algo novo nestes locais que estão ainda muito presos às tradições. As suas
raízes são de Barcelos (ou mais propriamente Margens do Cávado), onde o Galo
canta por toda a parte.

Explora instrumentos tradicionais, dá espaço aos efeitos e sendo um artista que
dá a cara a solo, usa loopers para o desenrolar das canções e canta em bom
português. Os nomes das faixas são os nomes de uma região interior, desde
“Bragança” a “Tomar”, passando por “Portalegre” á “Covilhã”. Um percurso
solitário que se revê nestas cidades um pouco esquecidas da civilização.
O artista anda por aí tanto como interprete a solo como o seu outro projeto
“Indignu” (projeto de post-rock) e já entregou-se na sua obra em espaços como a
Porta 253 (Braga), Ler Devagar (Lisboa), Percursos Sonoros (Aveiro), Teatro Gil
Vicente (Barcelos), Centro Cultural de Caldas da Rainha, entre outros.
“Na montanha inicia-se um trajeto que só um rio pode tomar.
O término é só um, só poderia ser um: o mar.” Assim é a libertação de emoção
que sofreu repressão, a Catarse.
